Funcionalidade Antifraude e Proctoring

Proteja a integridade das avaliações e confie em cada resultado

Detecte fraudes e uso indevido de IA com telemetria, análise de padrões e supervisão por imagem, com decisão final do seu time.

Antifraude e Proctoring: monitoramento ao vivo
Gravando sessão
Ver linha do tempo
Supervisão por imagem
Ao vivo · análise por IA
Rosto verificado
CâmeraLigada · bloqueia se desligar
Rosto cobertoNão detectado
Segunda pessoaNão detectado
Detecção de uso de IA 1 alerta
Colado sem copiar1 evento
Texto gerado por IARisco baixo
Padrão de digitaçãoHumano
Linha do tempo Gravação de tela · até 32× de velocidade
00:00Troca de aba · 12:40Copiar/colar · 31:0558:00
Segunda telaMonitor externo bloqueado: 1 tela detectada00:02
Troca de abaSaiu da janela da avaliação por 4s12:40
Copiar/colarTexto inserido sem evento de colar31:05
Local e dispositivoIP único · Computador · Chrome · BR58:00
Trilha de auditoria completa
Todo teste
Local, dispositivo e navegador registrados
Registro de copiar/colar e troca de aba
Gravação de tela completa · 32× de velocidade
Bloqueio de segunda tela · análise de imagem por IA
Integridade confiável
Análise por IA · decisão com revisão humana

Todas as suas ferramentas favoritas, conectadas

Nosso ecossistema de integrações profundas facilita a otimização dos seus processos de contratação técnica.

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Antifraude e Proctoring

O que é proctoring online e como a Coodesh aplica?

Proctoring online é a supervisão remota de uma prova feita pela internet, que registra o ambiente e o comportamento de quem responde para dar confiança ao resultado. Na Coodesh, o Antifraude e Proctoring combina controles do navegador, supervisão por webcam com análise de imagens por IA e gravação da navegação, e cada recurso é ligado separadamente em cada avaliação.

Testes online abriram espaço para ajuda de terceiros, respostas coladas de fora e texto escrito por assistentes de IA. Bloquear tudo afasta bons candidatos; não olhar nada tira o valor da nota. A plataforma fica no meio: aponta sinais, organiza a evidência e deixa a decisão com uma pessoa do seu time, nunca com o algoritmo, como pede o artigo 20 da LGPD.

  • Recursos ligados um a um, por avaliação e até por convite.
  • Texto inserido sem colar, como o de assistentes de IA, fica registrado.
  • Recalcular a integridade muda o nível de severidade, nunca a nota.
  • O candidato confirma as regras de integridade e webcam antes de começar.

Como funciona o monitoramento de provas online na Coodesh

  1. Configure o rigor

    Na aba Integridade, escolha os recursos de avaliação, navegador e câmera. Um convite específico pode ter configuração própria, diferente do padrão da avaliação.

  2. O candidato aceita as regras

    Antes de iniciar, ele confirma as regras de integridade e de webcam e concede as permissões que o navegador pede.

  3. A plataforma registra e classifica

    Cada evento entra numa linha do tempo ligada à gravação e compõe um indicador de severidade por tentativa.

  4. Seu time revisa e decide

    O revisor abre primeiro as tentativas com mais sinais, confere a evidência e registra a decisão. Nenhum candidato é reprovado pela plataforma.

Recursos antifraude para revisar mais rápido e com mais precisão

Além de capturar eventos, a Coodesh organiza a revisão para que um caso suspeito leve minutos, não horas assistindo gravação.

  • Revisão guiada

    O player da gravação tem capítulos por questão e achados marcados na linha do tempo. O card de integridade conta cada tipo de evento e leva direto a ele.

  • Como o código foi escrito

    Em respostas de programação e SQL, a revisão mostra a construção do código, não só a versão entregue.

  • Colagem externa e uso de IA

    A plataforma compara o texto colado com a última cópia feita na mesma questão e registra texto que entra sem colar, como pelo botão de um assistente de IA ou por extensão do navegador.

  • Prevenção antes da detecção

    Embaralhe questões, esconda títulos e bloqueie atalhos como ver código-fonte, salvar e recarregar. Há bloqueios opcionais para saída da tela cheia, falha da webcam e segundo monitor.

  • Leitura de imagem com menos falso alarme

    Rostos ao fundo, como um colega, um quadro ou a TV, não contam como segunda pessoa. Celular na imagem e olhar desviado da tela são apontados pela análise por IA.

  • Exportação e auditoria

    Baixe o relatório de integridade junto com os resultados ou leve os eventos para o seu BI pelo Datalake, com escopo liberado sob solicitação.

Quando usar antifraude em avaliações online

  • Processos com muitos candidatos

    O indicador de severidade ordena a fila de revisão, e o time começa pelas tentativas que concentram mais sinais.

  • Vagas sênior e posições críticas

    Quando um erro de contratação custa caro, use o perfil rigoroso, câmera com análise de imagens e os bloqueios opcionais.

  • Certificação e programas internos

    Quando o resultado vira certificado ou critério de desenvolvimento, a trilha auditável mostra quem respondeu e em que condições.

Quer definir a régua de integridade certa para o seu processo?

Converse com um especialista da Coodesh e veja como configurar, revisar e decidir com evidência.

Perguntas frequentes: Antifraude e Proctoring

O que é o sistema de integridade da Coodesh e o que ele registra?

O sistema de integridade é o conjunto de recursos que registra o que acontece durante uma avaliação para que o revisor consiga distinguir um resultado legítimo de uma tentativa de fraude. Ele grava uma trilha de eventos do início ao fim: dispositivo, navegador e localização aproximada, trocas de aba e perda de foco da janela, saída da tela cheia, número de monitores, abertura das ferramentas de desenvolvedor, cópias e colagens com o conteúdo copiado, texto inserido sem passar pela área de transferência, pausas e quedas de conexão. Com a webcam ativada, registra também a foto de identificação e fotos periódicas durante o teste. Tudo isso vira uma linha do tempo com gravação da navegação, em que cada evento leva ao momento exato do vídeo.

Como ativar o proctoring e o que faz sentido ligar?

Na aba Integridade de cada avaliação, em três grupos. Avaliação: ocultar pontuação, embaralhar questões e esconder títulos. Navegador: registro de copiar e colar, supervisão de saída da guia, modo tela cheia, detector de segunda tela e gravação da navegação. Câmera: webcam obrigatória com fotos periódicas, análise de imagens por IA e identificação por foto no início. Cada recurso é ligado individualmente, e a recomendação é proporcionalidade. Teste técnico com correção automática pede navegador e identificação por foto; certificação com valor de mercado pede câmera completa; avaliação comportamental pede quase nada. Quanto mais recurso ligado, mais atrito para o candidato, então ligue o que o risco da vaga justifica.

Como funciona a supervisão por webcam e a análise de imagens por IA?

Com a webcam ativada, a plataforma captura uma foto no início, para identificação, e depois uma a cada 20-30 segundos durante o teste. Sem a análise por IA, essas fotos são só registro visual para um revisor olhar. Com a análise ligada, cada foto é avaliada para seis situações: pessoa não olhando para a tela, mais de uma pessoa, nenhuma pessoa, rosto parcialmente visível, celular detectado e falha na captura. A leitura é cuidadosa por desenho: uma foto sem rosto não prova nada sozinha, então ausência só começa a pesar a partir de duas fotos seguidas, e qualquer interação do candidato na janela de 20-30 segundos anula a leitura, porque cadeira vazia não mexe o mouse. Fotos contam por densidade, não por unidade: uma única imagem marcada não muda a classificação da tentativa inteira.

O que é o indicador de severidade e como ele é calculado?

É uma etiqueta por tentativa, com quatro níveis (nenhuma, baixa, média, alta), que ajuda o revisor a priorizar o que olhar primeiro. Cada evento recebe um peso conforme a gravidade: alta vale 15 pontos, média 5, baixa 1, neutra 0,5. Repetições do mesmo evento em 30 segundos recebem um multiplicador. A soma vira uma nota de 0 a 100 e cai em faixas: até 25 nenhuma, até 50 baixa, até 75 média, acima disso alta. Três regras corrigem a conta: um único evento grave fora das fotos já leva a tentativa para alta; fotos de supervisão contam por proporção, não por unidade; e eventos que acontecem quando não há conteúdo na tela, como na sala de espera, são rebaixados, porque só representam risco enquanto o candidato tem questão à vista.

Posso ajustar o rigor do proctoring para o meu processo?

Pode, em dois níveis. Os perfis prontos, padrão, rigoroso e leve, mudam quanto cada sinal pesa: no perfil leve, por exemplo, perda de foco da janela deixa de pontuar e saída da aba cai para média; no rigoroso, tudo sobe. Se nenhum perfil serve, você ajusta sinal a sinal. Dois cuidados foram embutidos para manter a comparabilidade: a régua fica congelada no início de cada tentativa, então todos os candidatos de um mesmo processo são avaliados pelos mesmos critérios mesmo que a configuração mude no meio; e antes de aplicar uma mudança você pode simular o impacto sobre tentativas já encerradas e ver quantas mudariam de categoria.

E os falsos positivos? O candidato que bebe água, usa ditado ou está numa VPN?

O sistema foi desenhado esperando esses casos, e a documentação é explícita sobre as ressalvas. Beber água: uma foto sem rosto não pontua, só episódios de ausência contínua, e interação anula. Ditado e ferramentas de acessibilidade: produzem texto em bloco, por isso esse caso pesa menos que uma inserção impossível pelo teclado. VPN, rede corporativa e internet móvel: deslocam a localização, que é aproximada e informativa, não pontuada. Segundo monitor: a detecção só funciona no Chrome com permissão, e situações indefinidas não são registradas para não gerar falso "monitor único". Ferramentas de desenvolvedor: detecção por heurística, com falso positivo possível em navegadores com extensões atípicas. Por isso a categoria alta significa "olhe primeiro", nunca "reprove".

O proctoring reprova o candidato automaticamente?

Não, e isso é regra de produto, não opção de configuração. O indicador de severidade prioriza a revisão; a decisão de desclassificar é sempre de uma pessoa, depois de olhar a linha do tempo, o vídeo e o conteúdo dos eventos. Há dois motivos. O primeiro é justiça: a ausência de um evento não prova que a ação não aconteceu, e a presença de um evento não prova fraude. O segundo é a LGPD: desclassificar alguém por decisão exclusivamente automatizada dá ao candidato direito à revisão (artigo 20), e um sinal de integridade sozinho não sustenta essa decisão. A recomendação é registrar, no resultado, o motivo da desclassificação e dar ao candidato a chance de explicar.

O candidato sabe que está sendo monitorado? Como fica a experiência dele?

Sabe. Ao iniciar uma avaliação com recursos de integridade, o navegador pede as permissões correspondentes (câmera, tela cheia, detecção de monitores), e o candidato só avança depois de conceder. Com a opção de aviso ligada, ele recebe um alerta na primeira vez que sai da aba. A transparência é parte da estratégia: candidato que sabe que há gravação se comporta diferente, e a empresa cumpre o dever de informar. A recomendação é avisar já no convite quais recursos estão ativos e por quê, e pedir fone de ouvido e ambiente tranquilo quando câmera e áudio estiverem ligados. Menos surpresa significa menos abandono e menos contestação.

Como as gravações e fotos são tratadas pela LGPD?

Fotos, vídeos de navegação e eventos ficam vinculados à tentativa do candidato, com acesso restrito aos usuários autorizados da empresa. A empresa é a controladora e define a base legal, que costuma ser legítimo interesse com teste de proporcionalidade documentado (por que esta vaga justifica estes recursos), e o prazo de retenção. A Coodesh atua como operadora e não usa esse material para treinar modelos. A exclusão da área de trabalho remove os dados em até 30 dias. Antes de ativar câmera em um processo, vale alinhar com o DPO o texto de aviso ao candidato, o prazo de guarda das imagens e quem pode acessá-las.

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